Oi, este é um comentário. Para apagar um comentário, faça o login, e veja os comentários a esta mensagem. Lá, você terá a opção de editar ou apagar o comentário.
Aragon, ótimo v. ter iniciado hoje o seu blog. Parabéns sobre o tema central: Governança de TI.
Estou pensando atualmente sobre a formação de executivos, líderes em negócios – no país ou no exterior. Provoco aqui uma discussão. Se voce observa que os canais de comunicações internas das empresas andam ruidosos ou mesmo bloqueados, como fica a vida de um fornecedor que precisa bem entender como deve interagir com o cliente (cuja governança ainda anda meio caótica ou mesmo executada na base do trying-and-error)? Como fica a vida de um fornecedor de serviços offshore, tentando entender os mecanismos internos de governança de um cliente do outro lado do planeta? Como lidar com isso? Descartes, SOFTEX-ITS
Por: Descartes de Souza Teixeira em Fevereiro 8, 2008 às 4:18 pm
Prezado Descartes,
Uma questão muito bem formulada. Na perspectiva de um vendedor é importante atender o que o cliente deseja, independente do nível em que esteja a sua governança. A prestação de serviços neste nível é venda de credencial e competência e é óbvio que o vendedor no caso precisa encantar o cliente ou criar vantagens efetivas para o mesmo, ou seja, agregando valor. Em relação ao exterior creio também que o caminho seja começar por subsidiárias no Brasil. Acho que o Brasil ainda está sendo descoberto e ainda é visto de forma muito operacional. Acho mais fácil uma grande prestadora de serviços internacional instalada no Brasil vender esses serviços para fora do que uma nacional. Um forte abraço
Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.
Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” 50 peças escala 1:200.
Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros tem sido recursivos, ta na hora de mudar o approach.
Abraço,
Samuel Queiroz Peixoto
Por: Samuel Queiroz Peixoto em Março 5, 2008 às 2:32 pm
Vantagem competitiva.
Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.
Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” 50 peças escala 1:200.
Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros têm sido recursivos, tá na hora de mudar o approach.
Abraço,
Samuel Queiroz Peixoto
Por: Samuel Queiroz Peixoto em Março 5, 2008 às 2:35 pm
Samuel,
Eu particularmente acho que você tem que ser sincero com o cliente e usar os repositórios de conhecimentos táticos e competências para adaptar a uma realidade do cliente. Acredito que muitas vezes há má fé por parte do fornecedor e uma visão muita ingênua do cliente (as vezes de TI), achando que todas as promessas e SLA`s vão ser cumpridos. Portanto estabelecer um acordo de nivel de serviço que premie o mérito e desencoraje a má fé é um passo importante. Outro é fazer isto acontecer e fazer com que todo o contrato tenha cláusulas de saída. Por fim trabalhar somente com um fornecedor sem algumas das condições acima é loucura.
Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.
Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” de 50 peças e escala 1:200.
Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros tem sido recursivos, ta na hora de mudar o approach.
Abraço,
Samuel Queiroz Peixoto
Por: Samuel Queiroz Peixoto em Março 5, 2008 às 5:10 pm
Oi, este é um comentário.
Para apagar um comentário, faça o login, e veja os comentários a esta mensagem. Lá, você terá a opção de editar ou apagar o comentário.
Por: Sr. WordPress em Fevereiro 6, 2008
às 2:31 pm
Aragon, ótimo v. ter iniciado hoje o seu blog. Parabéns sobre o tema central: Governança de TI.
Estou pensando atualmente sobre a formação de executivos, líderes em negócios – no país ou no exterior. Provoco aqui uma discussão. Se voce observa que os canais de comunicações internas das empresas andam ruidosos ou mesmo bloqueados, como fica a vida de um fornecedor que precisa bem entender como deve interagir com o cliente (cuja governança ainda anda meio caótica ou mesmo executada na base do trying-and-error)? Como fica a vida de um fornecedor de serviços offshore, tentando entender os mecanismos internos de governança de um cliente do outro lado do planeta? Como lidar com isso? Descartes, SOFTEX-ITS
Por: Descartes de Souza Teixeira em Fevereiro 8, 2008
às 4:18 pm
Prezado Descartes,
Uma questão muito bem formulada. Na perspectiva de um vendedor é importante atender o que o cliente deseja, independente do nível em que esteja a sua governança. A prestação de serviços neste nível é venda de credencial e competência e é óbvio que o vendedor no caso precisa encantar o cliente ou criar vantagens efetivas para o mesmo, ou seja, agregando valor. Em relação ao exterior creio também que o caminho seja começar por subsidiárias no Brasil. Acho que o Brasil ainda está sendo descoberto e ainda é visto de forma muito operacional. Acho mais fácil uma grande prestadora de serviços internacional instalada no Brasil vender esses serviços para fora do que uma nacional. Um forte abraço
Por: Aragon em Fevereiro 9, 2008
às 11:31 am
Vantagem competitiva.
Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.
Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” 50 peças escala 1:200.
Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros tem sido recursivos, ta na hora de mudar o approach.
Abraço,
Samuel Queiroz Peixoto
Por: Samuel Queiroz Peixoto em Março 5, 2008
às 2:32 pm
Vantagem competitiva.
Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.
Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” 50 peças escala 1:200.
Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros têm sido recursivos, tá na hora de mudar o approach.
Abraço,
Samuel Queiroz Peixoto
Por: Samuel Queiroz Peixoto em Março 5, 2008
às 2:35 pm
Samuel,
Eu particularmente acho que você tem que ser sincero com o cliente e usar os repositórios de conhecimentos táticos e competências para adaptar a uma realidade do cliente. Acredito que muitas vezes há má fé por parte do fornecedor e uma visão muita ingênua do cliente (as vezes de TI), achando que todas as promessas e SLA`s vão ser cumpridos. Portanto estabelecer um acordo de nivel de serviço que premie o mérito e desencoraje a má fé é um passo importante. Outro é fazer isto acontecer e fazer com que todo o contrato tenha cláusulas de saída. Por fim trabalhar somente com um fornecedor sem algumas das condições acima é loucura.
Abraços
Por: Aragon em Março 5, 2008
às 3:52 pm
Vantagem competitiva.
Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.
Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” de 50 peças e escala 1:200.
Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros tem sido recursivos, ta na hora de mudar o approach.
Abraço,
Samuel Queiroz Peixoto
Por: Samuel Queiroz Peixoto em Março 5, 2008
às 5:10 pm