Publicado por: Aragon | Fevereiro 6, 2008

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Respostas

  1. Oi, este é um comentário.
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  2. Aragon, ótimo v. ter iniciado hoje o seu blog. Parabéns sobre o tema central: Governança de TI.

    Estou pensando atualmente sobre a formação de executivos, líderes em negócios – no país ou no exterior. Provoco aqui uma discussão. Se voce observa que os canais de comunicações internas das empresas andam ruidosos ou mesmo bloqueados, como fica a vida de um fornecedor que precisa bem entender como deve interagir com o cliente (cuja governança ainda anda meio caótica ou mesmo executada na base do trying-and-error)? Como fica a vida de um fornecedor de serviços offshore, tentando entender os mecanismos internos de governança de um cliente do outro lado do planeta? Como lidar com isso? Descartes, SOFTEX-ITS

  3. Prezado Descartes,

    Uma questão muito bem formulada. Na perspectiva de um vendedor é importante atender o que o cliente deseja, independente do nível em que esteja a sua governança. A prestação de serviços neste nível é venda de credencial e competência e é óbvio que o vendedor no caso precisa encantar o cliente ou criar vantagens efetivas para o mesmo, ou seja, agregando valor. Em relação ao exterior creio também que o caminho seja começar por subsidiárias no Brasil. Acho que o Brasil ainda está sendo descoberto e ainda é visto de forma muito operacional. Acho mais fácil uma grande prestadora de serviços internacional instalada no Brasil vender esses serviços para fora do que uma nacional. Um forte abraço

  4. Vantagem competitiva.

    Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.

    Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
    As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” 50 peças escala 1:200.
    Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
    Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
    Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros tem sido recursivos, ta na hora de mudar o approach.

    Abraço,

    Samuel Queiroz Peixoto

  5. Vantagem competitiva.

    Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.

    Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
    As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” 50 peças escala 1:200.
    Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
    Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
    Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros têm sido recursivos, tá na hora de mudar o approach.

    Abraço,

    Samuel Queiroz Peixoto

  6. Samuel,

    Eu particularmente acho que você tem que ser sincero com o cliente e usar os repositórios de conhecimentos táticos e competências para adaptar a uma realidade do cliente. Acredito que muitas vezes há má fé por parte do fornecedor e uma visão muita ingênua do cliente (as vezes de TI), achando que todas as promessas e SLA`s vão ser cumpridos. Portanto estabelecer um acordo de nivel de serviço que premie o mérito e desencoraje a má fé é um passo importante. Outro é fazer isto acontecer e fazer com que todo o contrato tenha cláusulas de saída. Por fim trabalhar somente com um fornecedor sem algumas das condições acima é loucura.

    Abraços

  7. Vantagem competitiva.

    Atrevo-me a entrar na discussão de duas celebridades, onde aproveito para saudá-los.

    Entendo que o primeiro e mais importante passo para isso, será sempre estabelecer uma relação transparente e pautada no desenvolvimento mutuo.
    As empresas teimam e achar que sabem fazer, mas nem cliente e nem fornecedor tem experiência ou modelo pronto e maduro para estabelecer uma governança do tipo “kit operação e governança” de 50 peças e escala 1:200.
    Do lado do fornecedor o maior erro é tentar forçar que modelos prontos sejam implantados e não adaptados e do lado do cliente está muitas vezes em acreditar que o mandato é instrumento suficiente para estabelecer o modelo e cobrar a governança.
    Acredito que as dificuldades do off-shore são as mesmas e o princípio da colaboração também será configurado da mesma forma.
    Faça o seu cliente refletir sobre as últimas experiências e reflita você também. Os erros tem sido recursivos, ta na hora de mudar o approach.

    Abraço,

    Samuel Queiroz Peixoto


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